“Para ter um grande sonho é preciso manter o mesmo empenho que é usado para ter um sonho menor.” Erasmo Carlos Battistella crê nesta frase. Ele, claramente, não descarta os grandes sonhos. Para tornar seu sonho uma verdade, o empreendedor também se dedicou arduamente. Depois de muito tempo de inspiração e trabalho pesado, Erasmo Carlos Battistella pode chegar onde está. Ele é o CEO da companhia de biodiesel BSBIOS e membro do conselho da APROBIO.
Erasmo Carlos Battistella se interessa pela área agroindustrial desde pequeno. Ele desenvolveu a ideia do BSBIOS num banco no qual fazia estudos sobre biodiesel. A ideia vai de encontro com duas de suas empresas preferidas, visto que exige um complexo empresarial e usa mercadorias agrícolas como matéria-prima. Assim, o empresário escolheu desenvolver uma refinaria de biocombustíveis.
Em 2005, ele criou a BSBIOS com o fundamento de fabricar biodiesel de qualidade excepcional. Como cidade sede para a BSBIOS, o empreendedor optou por Passo Fundo (RS). A escolha é estratégica porque Erasmo Carlos Battistella quer que a refinaria se localize próxima da fonte de insumos necessários para a fabricação de biodiesel. A empresa obteve muito êxito, de modo que logo depois da inauguração da primeira indústria, o empresário abriu outra em Marialva (PR). Sob suas ordens, a BSBIOS passou a ser a primeira companhia brasileira a fabricar biodiesel com uma qualidade com nível de exportação. De acordo com a ANP, a BSBIOS é a maior fabricante de biocombustíveis do Brasil. Em 2021, a receita bruta da empresa foi de 8,8 bilhões de reais.
Erasmo Carlos Battistella é defensor ativo do aprimoramento contínuo em nome da companhia, o que ele fez nos 10 anos que atuou como presidente do conselho da APROBIO.
A APROBIO possui atuação com um papel essencial no desenvolvimento da política nacional de biocombustíveis no cenário brasileiro e na defesa dos interesses da indústria.
O empreendedor é ainda maravilhado com a energia verde. Ele crê que a mudança para energia renovável exige maior atenção e recursos. Erasmo Carlos Battistella receia que o fato de não existir um estratagema unificado para consumar a transição verde acabe prejudicando o planejamento para tal. Ele também considera que um trabalho amplo, feito com seriedade é necessário, de modo que as futuras gerações possam se garantir.