Segundo os dados do último Censo Demográfico, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 20,9% da população do país viviam em domicílios alugados, mantendo a trajetória de crescimento do indicador. “Em 2000, essa parcela era de 12,3% e, em 2010, de 16,4%”, frisou a Agência de Notícias IBGE, que reportou os números no último dia 12 de dezembro.
“Ainda assim, há um considerável predomínio dos domicílios próprios, com 72,7% da população brasileira residindo em domicílios de propriedade de algum dos moradores (já pago, herdado, ganho ou ainda pagando)”, destacou o canal de informações do IBGE. “Já 5,6% da população vivia em domicílios cedidos ou emprestados (por empregador, familiar ou outra forma) e 0,8% em outras condições de ocupação”, acrescentou.
A nível de comparação, no ano 2000, essas proporções eram de 76,8% para os domicílios próprios; 9,7% para os domicílios cedidos; e 1,2% para as outras condições de ocupação. Enquanto em 2010, esses percentuais eram, respectivamente, de: 75,2%; 7,7%; e 0,7%.
“Em relação aos elementos estruturais do domicílio, o Censo Demográfico 2022 investigou o material predominante nas paredes externas. Uma proporção de 87,0% da população brasileira residia em domicílios com paredes externas de alvenaria com revestimento ou taipa com revestimento. O segundo material mais comum foi a alvenaria sem revestimento, com 7,6%”, detalhou a Agência de Notícias IBGE.
A madeira para construção, por sua vez, foi o material predominante nos domicílios de 4,1% da população brasileira. Depois, aparecem a taipa sem revestimento (0,6%) e a madeira aproveitada de tapume, embalagens ou andaimes (0,1%). “Os materiais não cobertos pelas categorias anteriores compunham as paredes de 0,5% da população em 2022”, completou o veículo de informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
A reportagem completa do IBGE traz mais informações sobre o tema.